segunda-feira, março 17, 2008

Jack Johnson, Donavon Frankenreiter and G-Love

3 Exemplos de que a clássica combinação guitarra/voz nunca deixará de existir! Jack Johnson ficou famoso em todo o mundo, Donavon a caminho, G-Love apenas do outro lado do atlântico. Jack tem a melhor voz, Donavon o melhor guitarrista e G-Love o mais "homem espectáculo". Adoro os 3, melhores em separado...

Ups and Downs - Snoop Dog

O melhor dos states... a vida de crime compensa! Não que goste muito do Snoop dog, mas do género, é o que tem a atitude mais honesta. E o refrão é altamente viciante...

sexta-feira, março 14, 2008

Agentes Imobiliários

Senhores vendedores de imóveis. Oh grandes entidades conhecedoras de todos os detalhes bons ou menos bons das casas que visitamos. Com grande à vontade, estão munidos de frases chavão que pensam que convencem todos os potenciais compradores. Estão enganados.

Bratislava

A vocês que vendem casas, evitem frases como as seguintes, como colegas vossos usaram comigo:

- Pode procurar mais, mas não vai encontrar melhor casa do que esta;

- Pode tentar negociar o preço com o proprietário, mas quer o meu conselho, não o faça porque esta casa está a um preço muito justo;

- Se não fosse aquele prédio tinham vista para o mar;

- Esta casa está bem servida de restaurantes (cozinha não equipada);

- Daqui à autoestrada A5 são 5 minutos a pé;

- Não podemos baixar mais o preço do aluguer, porque o senhorio já paga 60€ de condomínio.


E nunca tratem o cliente por “amigo” ou “chefe”...

Com o mercado imobiliário em crise, viva os alugueres!

quarta-feira, março 12, 2008

Mudanças

A demora na actualização deste site nos últimos dias tem um motivo:

Mudança de casa

Finalmente deixei o inferno matinal da A5 e agora demoro 5 minutos de carro para o trabalho. Haja qualidade de vida!

Entre visitas a casas, negociação de contractos, mudança de contractos de luz, água e gás e muitas visitas ao IKEA, ocorreu o seguinte diálogo, óptimo para episódio de novela da tarde:

3 futuros inquilinos acompanham o futuro senhorio a uma última visita da casa antes da celebração do contracto de aluguer.

Ao entrarem na casa esta não está vazia. Está presente a empregada a limpar os destroços de uma obra recente e outra senhora com um porte bastante altivo.

É a ex-mulher do senhorio que veio com o novo marido buscar mobílias que lhe pertencem.

O clima é gélido! À excepção do barulho ritmado da vassoura da empregada a limpar o chão, o silêncio é absoluto.

Senhorio – Já tens tudo?

Ex-mulher – Sim! Tenho tudo.

Silêncio. Futuros inquilinos trocam olhares discretos.

Ex mulher sai com o novo marido e, sem querer, fecha a porta com um estrondo.

BAM!

Silêncio. Futuros inquilinos dão mais uma vistoria às divisões da casa.

Senhorio despede-se da empregada que entretanto terminou as limpezas.

Inquilinos e senhorio juntam-se na suite da casa para discutir pormenores:

Senhorio – Desculpem lá a situação de há pouco.

Inquilino A – Não há problema.

Senhorio – Da mobília da casa vou levar tudo, apenas vos posso deixar esta cama. Algum de vocês precisa de uma cama?

Inquilinos em uníssono – Não.

Senhorio diz cabisbaixo – Sabem o que é… a minha ex-mulher não quer ficar com ela para não se lembrar de mim… a minha nova mulher não quer dormir na cama “da outra”…

Silêncio…

Para quebrar o gelo árctico que fazia dobrei-me sobre a cama, empurrei o colchão com a mão como que a testar a qualidade e a cama chiou imenso.

Eu – O colchão é de quê?

A risada foi geral…


A registar uma outra visita a uma outra casa em que o agente imobiliário não conseguia abrir a porta da casa que se prupunha mostrar. Bizarro que tenhamos de arrombar a ombros, a porta da casa onde potencialmente vamos morar... se fosse possivel filmar determinados momentos da vida...

Passeatas de fim de semana

Num destes fins de semanas passei por territórios já bem conhecidos em que já não se espera descobrir nada de novo.

Fabulosas surpresas que mereceram a redacção deste post. As fotos seguintes merecem ser comentadas:

No castelo de Palmela encontrei este belo animal que, estacionado perto da zona de escavações de vestígios neolíticos do castelo, zurrava a chamar pelos donos que exploravam e subiam às escadarias da torre mais alta.

Da pouca conversa possível eram 2 alminhas que andavam a percorrer Portugal a pé, tendo o burro como transporte apenas de carga. De onde vinham e onde terminavam a sua jornada não consegui apurar, mas… UAU!


Passagem pela emblemática Avenida Luísa Todi de Setúbal que merece um destaque no famoso jogo de tabuleiro Monopólio tirei esta foto.

Que Setúbal, apesar de capital de distrito, é uma cidade que estagnou, tem índices de desemprego assustadores, consumo de droga elevado e outras coisas boas não é novidade para ninguém.

É hoje uma cidade em declínio, presa às velhas glórias de centro piscatório desactualizado pelas políticas de cotas da EU, que quem visita vai para comer o choco frito na Avenida Todi ou para apanhar o barco para Tróia.

A falta de verbas do município é evidente neste cartaz a apelar ao cidadão comum em contribuir com o que conseguir para a recuperação do Fórum Municipal. Em tempos de crise e de “aperto do cinto” como o que vivemos; investir na cultura não é a prioridade nem do poder central, nem do poder local.



Deparei-me também com uma caça ao tesouro na serra da Arrábida, mas imagine-se… de GPS!

Sim! Eu pensava que GPS era apenas para ajudar a chegar de carro mais facilmente ao destino traçado, ou a encontrar uma rua.

Agora também há quem use sites de Internet para lançar caças ao tesouro em que com as coordenadas de GPS, se vá a determinado sitio, se encontre um objecto e se deixe alguma marca nesse objecto a registar a sua presença.

Aos interessados procurem no google por: “geocaching”

Feira de Chocolate em Óbidos

A cada ano que passava dizia:

“Para o ano tenho de ir à feira de chocolate de Óbidos”

Finalmente fui este ano, mas não gostei. O tempo chuvoso não ajudou, mas nem assim escapámos ao caos para estacionar e ao mar de pessoas que invadem Óbidos nesta altura do ano, que tornam as ruas estreitas num mar de varetas de guarda chuva prontas a vazar olhos.



Pergunta:

O que faz tantas pessoas saírem de casa a chover, num fim de semana, fazerem Kms, para ir a uma feira?

Resposta:

“A expectativa de comer chocolate à borla”

Resposta opcional:

“Nada melhor para fazer”

As minhas expectativas em ir comer muito chocolate apenas ao pagar o bilhete de entrada foram por água abaixo. Fonte de chocolate, muitas esculturas em chocolate e açúcar, mas comer alguma coisa só a pagar.

Não evitei o fondue de chocolate branco com morangos e em fazer algumas compras.

Ir pela apenas pela feira não recomendo, mas a vila de Óbidos merece sempre uma visita. Ai que belas ginjinhas em copo de chocolate...

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Reabriu a estação do Rossio




A deterioração da fachada lindissima dos restauradores e do interior obrigou a fechar a estação há já mais de 2 anos. Demorou… que surpresa… mas reabriu. E está bonita!

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

"A velhice é um posto"

Nos últimos dias tenho ouvido muito a expressão:

“A velhice é um posto”

Há quem lhe chame experiência, maturidade. Sem dúvida que os mais velhos são para serem respeitados.

No entanto as diferenças entre novos e velhos são tão grandes, que a luta e o desacordo existirá sempre.

Os meus avós não tinham televisão, os meus pais não tinham computadores, eu não tinha perfil no hi5 aos 5 anos de idade; e o ciclo continuará…

Se me perguntarem qual foi a grande revolução do meu tempo, a maior factor para a modificação chocante de valores da sociedade, não foi a Internet, não foi termos computadores mais pequenos e não foi o 11 de Setembro.

O que realmente mudou o último século foi o estonteante aumento da esperança de vida.

Cada vez se vive mais tempo.

Vive-se mais tempo = estuda-se até mais tarde e trabalha-se mais anos.

Tem-se filhos mais tarde ou compra-se um cãozinho para substituir os filhos.

As famílias são cada vez mais pequenas.

Os que trabalham são cada vez menos versus os que estão reformados.

O colapso da segurança social será quando? Tenho esperanças de receber reforma? Poucas…

Cada vez se tem menos filhos, população da Europa envelhecida, previsões alarmantes para o próximo século.

Depois desta visão apocalíptica do futuro da população europeia, deixo aqui algumas soluções:

  1. Guerra mundial para reduzir população. Após 1945 o sistema de reformas funcionava, porque os velhos tinham morrido.

  1. Agarrem a primeira pessoa do sexo oposto que encontrarem e pratiquem o amor! Só lá vamos com um baby boom!

Uma espécie de lado bom e mau da Força como no filme Guerra das Estrelas. Prefiro a 2ªopção...

Let’s boost birth rate honey!

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Vanessa da Mata + Ben Harper = Boa Sorte/ Good Luck

Grandes vozes! Como se conheceram? Como se juntaram? Esta canção mostra como a música fala uma língua universal Quem me conhece sabe que tenho por hábito, pelo gozo, de traduzir as letras de canções portuguesas para inglês e vice-versa. Garanto que esta musica não foi ideia minha. Esta experiência acabou por resultar numa sonoridade fantástica, simples, quente, bonita. Altamente viciante! Szczecie!

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Fintando o Danúbio

Saimos de Budapeste.














Direcção norte.

Escapamos da confusão da cidade e serpenteamos pela nacional 10 sempre com o Danúbio ao lado direito.


O 2º maior rio europeu

Nasce nas florestas da Bavária na Alemanha, atravessa Áustria e Suiça, faz de fronteira entre Eslováquia e Hungria, separa Buda de Peste, passa a Croácia e a Sérvia, faz de fronteira entre a Bulgária e a Roménia e vai desaguar numa grande foz do Mar Negro. Uma odisseia de quase 3.000Km.

Neste pequeno troço que nos acompanhou durante um domingo de Carnaval, estranhamente solarengo, vai poluído e bastante calmo.

Subimos no mapa da Hungria com as correntes do rio em sentido oposto, passando por pequenas aldeias, casas em madeira, cheiro a fumados e chaminés acesas.

Pena que a paisagem seja tão desolada com a falta de verde e ausência de neve nesta altura do ano.

Chegamos ao primeiro destino.

O sol engana; está frio, -2ºC. Estamos em Visegrad vila antiga com localização privilegiada no alto de um monte na margem do rio Danúbio. Não admira que tenha uma fortificação dos tempos em que os húngaros deixaram de ser nómadas e assentaram arraias por aqui.

Tempos em que a Transilvânia era território húngaro e não romeno. Tempos em que Vlad O Empalador (famoso e conhecido pelo conde Drácula) mantinha um pequeno pedaço de terra irredutível do império Otomano. Versão mais macabra do Asterix e dos gauleses no norte de França.

O nosso Skoda Fabia alugado acusou cansaço quando chegámos ao topo da montanha, na estância de esqui fechada. Famílias passeiam ao domingo. Bebem chá ou vinho quente. O entretém de miúdos e graúdos foca-se num tubogan de “verão”, já que a neve este ano tarda a chegar.


Valeu pela vista e pela velocidade atingida nas curvas, para os amantes de velocidade não é melhor do que karting.

Quando chegamos a Esztergom já temos pôr do sol encomendado e a vista da maior basílica da Hungria sobre o rio Danúbio já com a pequena vila industrial eslovaca de Sturovo na outra margem parece apocalíptica. O fim do mundo.


Fábricas e bairros sociais é o que se vislumbra do outro lado cinzento.

Já foi território húngaro, agora é eslovaco.

O povo húngaro teve sempre a má tendência para escolher os aliados errados nas duas grandes guerras mundiais. Na primeira pertencendo à Prússia, império austro-húngaro, enquanto que na segunda aliados ao 3º Reich. Resultado:

2 guerras = mais de um terço do território perdido.

À semelhança da nossa Guimarães, Esztergom representa o “berço” da Hungria como país independente e reconhecido pelos vizinhos. Apesar de actualmente na fronteira com a Eslováquia, já foi o centro do país e foi nesta grande basílica de 130m de altura que um papa católico coroou o 1º rei cristão húngaro, deixando de ser um país dividido por tribos nómadas para um país reconhecido e de fronteiras bem definidas.

5 da tarde. Anoitece e seguimos para Szetendre (Santo André), vila pitoresca, casa de artistas e músicos. Destino de verão húngaro, Santo André tem tudo para receber o turista alemão.

A marginal ao longo do rio cheia de restaurantes com menus em várias línguas, geladarias, lojas de recordações e casas a anunciar o melhor e mais típico e mais artesanal maçapão.

Compras feitas e lembranças escolhidas, hora de seleccionar o restaurante. A escolha recai sobre o restaurante mais retro, Regimodi Vendeglo. Parece que fomos jantar a casa de alguns avós afastados e com gostos antiquados. Um silêncio absoluto no restaurante, os primeiros e únicos clientes da noite.


Que venha o menu turístico. Sopa de galinha, peito de frango com batatas a murro e a típica salada de couve branca agridoce (sóruwka que tanto gosto polaca), acaba-se com panquecas com avelã e chocolate!

Venha mais um shot de palinka??

Não que é muito forte… Antes um doce digestivo UNICUM!

Monsanto - Mais um mito urbano


Piqueniques em Janeiro?

- Ah está frio! Não apetece sair do quentinho do sofá! A sardinha ainda não está boa!

Em Monsanto?

- Que horror! Que má fama tem! Ainda vamos ser assaltados ou violados!


Os mitos urbanos existem para serem desmascarados!

Talvez estas fotos convençam alguém do contrário. Mudem de ideias:





Se não fizer mudar de ideia, não faz mal, já há muitos a saber. Viva para o grande presidente de câmara, Santana Lopes, que deixou obra feita, não apenas no túnel do marquês.

Caminhos arranjados, áreas de picnic, percursos de manutenção, pistas de skate, ringues de basquetebol, tudo com uma vista fantástica sobre o Tejo,

“ Monsanto já não é o que era! “


Recomenda-se! Boa alternativa ao Colombo, Vasco da Gama e outros navegadores famosos de fim de semana.

Tomar - A cidade aos Templários!

Entre jogos de equipa, desafios e muitos desportos, chamados “radicais”, passaram-se dias bem diferentes com os colegas de “luta” diária.

Rappel sobre o rio Nabão em Constância, canoagem do Zêzere ao Castelo de Almorol.

Deja vu?? Recordei os dias do clube aventura, agora passado uma década, com outras pessoas, a emoção de conquistar um rio e redescobrir uma cidade não estiveram diminuídas.

WE MAKE THE DIFFERENCE!

domingo, janeiro 13, 2008

Um sábado sem planos

Sábado acordo já tarde. Tenho combinado com 2 grandes amigos irmos tomar o “brunch” juntos a Alcântara. Que modernos esses termos “inglesados” dados à refeição intermédia entre pequeno almoço e almoço.

Com os atrasos do costume e a enorme procura que os restaurantes da zona tinham acabou por ser mesmo um lanche.

O grupo acordou que fosse um dia sem planos. Deixar-nos levar pelos apetites do momento. Aproveitar o presente sem fazer planos… o “Logo se vê” recomendado para um dia de folga e tão típico da nossa raça.

Acabou por ser um dia memorável:


Entre leitura de livros e jogos de tabuleiro acompanhados com muito chá em Alfama.



Seguido de martinis e mais jogos de tabuleiro na baixa pombalina.


Continuando com jantar e a habitual peregrinação de bar em bar no bairro alto, acabando a dançar e a pular num clube perto do miradouro do Adamastor na Bica.


Pena que seja já domingo… e como chove lá fora.

Um grande abraço Marco e Ivo

O mundo é uma ervilha

Esta Europa é demasiado pequena.

Apesar das diferenças entre países, agora estamos todos mais próximos, com os voos de baixo custo e a facilidade com que se pode passar um fim de semana noutro país. Algo impensável na geração dos meus pais.

Com frequência acontecem coincidências de encontrar algum vizinho numa visita a um museu espanhol, ou cruzar com amigos numas ruínas na Tunísia. Outros tempos…

Coincidências e acasos do destino à parte, ocorreu-me um recentemente bem engraçado e que me fez pensar:

“Este mundo é uma ervilha!”

Estou eu na Suiça a jantar com colegas de trabalho de outros países europeus e o nome de família de uma colega Suiça pareceu-me demasiado eslavo. Pergunto-lhe se tem família dos Balcãs. Do que me lembro do diálogo foi algo assim:

Eu – Tens raízes eslavas? O teu nome não me parece nada suíço…

Ela – O meu pai é eslovaco e a minha mãe é Suiça.

Eu – Ah! Ok, está explicado.

Ela – Conheces a Eslováquia?

Eu – Sim. Bratislava maioritariamente, mas também já estive nas montanhas tatras uns dias. Tenho lá alguns amigos.

Ela – Vou passar lá o Natal com a família.

Eu – Já alguma vez visitaste Portugal?

Ela – Sim. Tenho primos afastados na Moita.

Eu – Ena! Moita! E o que visitaste?

Ela – Só estive lá na altura das festas da Moita. Touradas e largadas. Estranho aquilo. Ah, e também conheci um centro comercial gigante a caminho do aeroporto (referia-se ao Fórum Montijo).

Ilariante...

Aí está! Eu na Suiça, a falar com suíça/eslovaca que pelo que conhece do meu país tem uma ideia bastante redutora do que realmente é. Um pais com festas populares estranhas em que se bebe e come muito e se brinca com animais bovinos. E centros comerciais gigantes.

Realmente este mundo é pequeno!

Consegui passar-lhe a mensagem que há bem mais para ver.

E aqui ficam umas fotos que mostram como este mundo está mais pequeno e em que cada vez mais os povos são parecidos, no entanto, sem perderem a sua entidade nacional.

Quantos países no mundo têm bares que vendem cerveja a metro? Que país inventou o conceito primeiro? Não me apetece procurar. Se alguém souber que deixe comentário.


2 momentos: a preparação e o consumo

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Sorte ao jogo, azar...

Poker, Black Jack e afins... jogos muito populares nos "states" e cada vez mais pela Europa. Antes maioritariamente em casinos, agora mais frequente em casa entre amigos, em qualquer livraria de Lisboa se encontram baralhos profissionais com jogos completos de fichas e outros acessórios.

Conhecia as regras apenas dos jogos de computador, no entanto entre amigos, gargalhadas, cerveja, aperitivos e sobretudo, apostando dinheiro a sério, o jogo de poker torna-se numa experiência bastante interessante.

Algo universal é a irmandade automática que os homens criam quando se dispõem a competir entre si seja em que desporto for. Um género de empatia, entendimento, a eterna luta amigável:

"a minha é maior que a tua".

O homem é suposto ser o género agressivo e a mulher o género belo e pacifico, mas nem sempre assim é. Não que as mulheres também não sejam fortes quando se unem, no entanto competindo entre si, são muito mais "sacanas", note-se o eufemismo.

5 homens à volta de um baralho de cartas, seja lerpa, sobe e desce ou poker, essa atmosfera cumplice, ilegal e de comunhão é conseguida. As quantidades de fichas a aumentam e a diminuem conforme o jogo avança e as cervejas se esvaziam.

Dizem que o perigoso do "jogo" é ganhar alguma vez. Pois é... ganhei... e fiquei a gostar ainda mais de poker, sobretudo com as regras de competição de apenas 2 cartas na mão e 5 cartas comuns a todos descobertas na mesa.

Um a um "limpei-os" a todos e ficou a esta foto a registar o momento da vitória final! Soma e segue!


Exclamei: "Putain de portugaise!!" e foi a gargalhada geral!

Alguém disse: "Deixámos-te ganhar , porque és nosso convidado!"... claro, claro.

Para quem percebe da matéria aqui fica o mão ganhadora com a qual saí vitorioso da última partida a dinheiro jogada entre colegas de trabalho franceses. Ambos com um jogo péssimo, apenas um par de três e a fazer um enorme bluff, elevámos bem as apostas bem para depois a senhora sorte ditar a vitória para o meu lado por apenas uma "pinta":



Sorte ao jogo, azar no... nahh!