Sobreviver a mais umas férias
Por motivos logísticos que falarei num futuro próximo tivemos de percorrer parte do sul de Italia de comboio para apanhar o ferry boat ideal para nos levar a Split na Croácia.Leste definição; ponto cardeal, nascente, todo e qualquer ponto à direita do Cabo da Roca
Por motivos logísticos que falarei num futuro próximo tivemos de percorrer parte do sul de Italia de comboio para apanhar o ferry boat ideal para nos levar a Split na Croácia.
Lisboa – Corfu na Grécia – via Londres. Uns dias de praia e pela primeira vez este ano com temperaturas realmente de verão.
Corfu – Dubrovnik na Croácia – via Bari, Itália. Na última viagem há 3 anos à Croácia ficou a vontade de voltar. Assim vai ser, desta vez para ver esta cidade no sul que ficou por visitar.
Dubrovnik – Cracóvia – para o definitivo encontro com ex colegas dos meus tempos de Erasmus. Ainda mais na cidade onde nos conhecemos. Desde o México, Canadá e Suécia o grupo promete voltar a arrasar.
Regresso a Lisboa – via Varsóvia para visitar uns amigos.
Adeus rotina, horários e responsabilidades! Vou descansar o espírito, mas não o corpo!
Ou não!...
Este espaço será de novo actualizado em Agosto.
Algumas fotos de locais de visita e estadia já certa e confirmada…


Gosto desta voz!
Uma óptima forma de aprender uma língua é através da música. Um amigo disse-me uma vez que só realmente se pode interpretar o significado de uma música, se dominarmos esse idioma ou por vezes só sendo mesmo nativo, seja devido ao conteúdo cultural, expressões coloquiais, regionalismos, piadas politicas ou históricas.
Não concordo com ele... mas como discutir música é como discutir desporto, religião ou política, ou seja, não se conclui nada, e ninguém sai vitorioso do debate, escrevo apenas sobre o que oiço e o que me explicaram sobre a letra.
É um género de Pedro Abrunhosa Checoslovaco (não sei se é checo ou eslovaco) que "fala" ou canta em eslovaco sobre temas pouco profundos.
Adoro a voz nesta canção, assim como adoro a sonoridade da língua eslovaca. É língua eslava, menos falada, mas mais suave quando comparada com polaco ou checo.
O significado da música...
Parece que o artista esteve envolvido num escândalo público sobre o uso de narcóticos. Como para limpar o seu nome voltou aos palcos e com esta canção:
Nahy = Nu
Expõe-se! Despe-se de qualquer vergonha e enfrenta os seus fãs pedindo desculpa pelo sucedido.
Parece que foi ontem…
O que começou como algo pequeno, uns míseros emails com informações escritas nas “catacumbas informáticas” da minha faculdade, acabou por se tornar num projecto que mudou a minha vida, a minha forma de estar, a forma como vejo o mundo.
No fim de semana passado deambulava pelo bairro alto quando sou interpelado por um alemão, que estudou em Lisboa há algum tempo e que participou nas actividades.
Lembrava-se das excursões e festas que tínhamos organizado. Relembrámos pormenores! Recordações recentes. Falámos do presente e do futuro.
Valeu a pena o tempo investido… e sinto a falta desse contacto “internacional” numa base diária.
Amizades efémeras? Estão um tempo por cá e nunca mais os vejo?
Os 5% com quem mantenho contacto ainda hoje, têm um valor incalculável. Sim vale a pena!
Como alguém escreveu:
"The road to meet a friend is never too far"
Excursões e festas era o principal, mas desde ir buscar ao aeroporto a ajudar a fazer o cartão lisboa viva, os estudantes entrangeiros recebiam todo o tipo de apoio. Por exemplo uma lista actualizada dos dias de ladies night nas discotecas.
O site continua a funcionar, mas o espírito do EIN, apesar de vivo em muitos países e em outras associações, não encontrou sucessores à altura na minha ex faculdade:
Video promocional
A equipa
A história
Aquele olhar e aquele abraço para Zaki, Kroliku e Ricardo!
Visita a Munique está para breve…
Fotos de excursões:

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O norte de França está salpicado por inúmeras pequenas vilas amorosas, mais propriamente, a Normandia, tem casas de uma arquitectura própria, apaixonante e simplesmente encantadora.
Conhecendo apenas a capital do país, é impossível dizer: “Estive em França!”
Só depois de passar umas semanas na Normandia e na Bretanha pude ver a outra França. A França das pequenas aldeias, os mercados de queijo, a simpatia dos normandos e bretões, as praias frias mas lindíssimas e a sua história.
Marcou-me especialmente uma pequena povoação chamada “Les Andilles”. Situada num pequeno vale que desemboca num afluente do rio Sena, a cúpula da catedral no centro da vila é um ponto de referência.
No alto dum monte vigiando a cidade, as ruínas de um castelo normando, recordando as inúmeras batalhas que aqui se travaram muitos séculos atrás quando os ingleses dominavam o norte da França.
Mas os ingleses ainda não partiram. Por toda a Normandia são inúmeras as casas de férias e por toda a parte muitos reformados que trocaram a névoa de Londres pela humidade de Les Andilles.
A uma hora de comboio de Paris, recordo um passeio ao longo do rio e dos jardins verdes das casas. Uma conversa em Portunhol com uma amizade de longa data, mas ainda muito forte.
O casal da loja de recordações, o vizinho curioso e simpático grita: “Bonjour!”. Cheira bem da padaria ao lado da catedral e tudo parece encaixar como um puzzle diante dos meus sedentos sentidos de turista fora dos destinos óbvios dos guias.


Saio de Almeirim, a fila dos restaurantes da sopa da pedra, lá ao longe na lezíria, do outro lado do rio, Santarém, imponente no alto do monte e sigo pela estrada nacional 118. Aceno às caras