sexta-feira, maio 30, 2008

Ceské Budejovice

Como muitas cidades na Europa central, todas as ruas começam geometricamente a partir de uma praça central em todo o seu redor. O mesmo acontece em Ceské Budejovice cidade da cerveja, a mais conhecida Budvar ou versão americana Budweiser.

Realmente aqui vive-se atmosfera checa, a autêntica. A azáfama logística da abertura do comércio, o café do bairro onde os idosos vão beber chá e comer bolo. É o café/bar/restaurante jazz onde estudantes lêem apontamentos, ouvem as músicas da moda, a taberna a servir almoços rápidos para quem tem apenas 1 hora de almoço.

Hoje sim conheci um pouco mais da república checa. Nada de menus em inglês ou informações turísticas.

Ok. Confesso ser um fã dos “pontos mais altos”. Não resisto a uma dose de fotografias panorâmicas à cidade, seja, igreja, torre ou montanha. No caso de hoje foi a torre negra com uns respeitáveis 226 degraus, muitos sinos e com aspecto austero. Aqui está o resultado:


quinta-feira, maio 29, 2008

Cesky Krumlov

"N.A. O texto seguinte foi escrito em trânsito entre 18 e 19 de Maio"

Chove há 48 horas.

Meio molhado, mãos enregeladas do frio, finalmente chego ao hostel recomendado. Estou na jóia da Bohemia, região sudoeste da Republica Checa.

Cesky Krumlov

Depois de uma viagem de autocarro atribulada desde Praga, as expectativas são elevadas. Após registo e pequeno descanso na pousada para secar e ler um pouco, parto sem grande motivação para a chuva e poças de água lá fora.


Chapéu de chuva numa mão, máquina fotográfica noutra, a cada foto que tiro descubro uma pequena cidade lindíssima. O rio Vlatva que vem da capital, contorna totalmente o centro da cidade e o enorme castelo imponente com a sua torre colorida, facilmente leva a mente do turista para cenários edílicos de cavaleiros, princesas e dragões.

Através de uma ponte fantástica passa-se por debaixo do castelo para os jardins da cidade e escolas de equitação (most ná Plásti)


As casas com telhados vermelhos, as paredes pintadas com motivos medievais: Checos?!? Muito poucos. Americanos sim muitos e japoneses ainda mais…

Volto ao hostel para jantar. Na sala um americano toca Didjeridoo (não sei como se escreve), outros falam da desvalorização do dólar face ao euro, não podiam estar mais desenquadrados do cenário medieval depressivo do mundo lá fora. Lamento não ter alguém para partilhar o que vi.

Viajar com amigos tem claras vantagens sobre viajar sozinho, mas a liberdade total gozada durante uma experiência “a solo” pode ser muito positiva.

Claro que ninguém gosta de estar sozinho, faz parte da condição humana, somos seres sociais por natureza. Viajando sozinho está-se mais disponível para falar com estranhos e, se nos dispusermos a isso, rapidamente se sai da condição de lobo solitário.

No hostel onde fiquei seria difícil não fazer amigos. Acolhedor, pequeno, familiar, um convite para cozinhar com uns australianos e já está. Passados minutos estou a fazer Pretzel’s, a amassar e a dar forma aos bolos. Uma verdadeira linha de produção panificadora internacional com americanos, australianos, canadianos e um rapaz mais calado com um sotaque engraçado de Portugal. Onde fica isso?!?

Após dar forma uma pré cozedura em água a ferver e vão ao forno. Salgados, com sementes de papoila, com doce, ou até com mostarda picante, assim foi o jantar; pretzel’s e jarras de cerveja que iam buscando ao bar ao lado da pousada.

Passou-se o serão a ver filmes checos legendados em inglês, toca-se guitarra, comenta-se o novo álbum dos rádiohead, abordam-se temas universais como educação sexual, depilação púbica, viagens e aventuras. Um australiano, 50 anos, olhos azuis claros, uma barba enorme, viaja pelo mundo sem planear nada, diz-me já com muita cerveja bebida:

“Incrível! Tanta visita e borga em Albufeira e Lagos, e o primeiro português que conheço é numa vila na Republica checa!”

E continua a chover lá fora…

quarta-feira, maio 28, 2008

À descoberta da autêntica Republica Checa

Esta capital está muito diferente da primeira visita em 2001. Está transformada numa grande “fast food joint” para o turista gostar, consumir e estragar.

O que é realmente checo?!? Há que sair do centro para descobrir. Entre encontros com amigos e fugindo das habituais armadilhas para turistas, é esta a Praga verdadeira; a alternativa:



Parques seculares nas margens do rio

Cervejarias

Grupos de jovens competem na resolução de enigmas num parque

Algures em Mala Strana
Jantar com amigos de longa data (na TV Hoquei no Gelo Russia Vs Canadá)

Banda interracial a tocares juntos pela primeira vez em pequeno bar

Uma viagem a Marrocos cancelada, mais um bilhete barato para Viena comprado a um amigo que não podia ir, resultou numa semana de férias memorável. 2 Fins de semana na companhia de amigos e uma semana no meio para descobrir mais sobre a república checa. Nos próximos dias escreverei textos que fui escrevendo entre 18 e 25 de Maio.

Itinerário completo: Fim de semana em Praga, Partida para sul para Cesky Krumlov, vila medieval que todos os amigos me recomendaram, seguido de Ceské Budejovice capital da cerveja. 4ª feira chegada a Brno, segunda cidade do país, de onde visitei Olomouc, cidade de estudantes. Fica a republica checa melhor conhecida. Ultimo fim de semana em Bratislava onde fui surpreendido pelo castelo de Devin a meia hora de caminho sobre uns dias maravilhosos de sol.

terça-feira, maio 27, 2008

Artistas de rua

Não se compra bilhete. Ninguém os contratou. Mas eles estão lá! Sempre a tornarem o nosso dia mais animado; ou não...

Este artista toca em Zurich e usa um disco metálico que ligado à corrente, e vibrado pelas mãos gera estes sons incriveis:

Sushinite

A febre está mais do que alastrada por toda a cidade de Lisboa. Há até chineses que se convertem em japoneses para venderem estas miniaturas que tanto sucesso e procura estão a ter. Gosto e tenho ido tanta vez ultimamente que deixo aqui uma foto tirada a esta obra de arte culinária, que foi limpa por 5 bocas esfomeadas em Cascais em apenas 10 minutos:

sexta-feira, abril 18, 2008

Suiça Francesa ou Suiça Alemã ?

Suiça…

Novamente na Suiça.

Poderia ser Nova York ou Varsóvia, mas ter a oportunidade de viajar pelo trabalho é já por si só fantástico, por isso nada de lamentações.

Suiça não deixa de ser um país aborrecido. Clice AQUI para ler o post da última visita em Dezembro passado.

A reunião dos planeadores e logísticos foi na sede da empresa em Vevey. Mais uma cidade limpa, organizada, pontual e sem crime da Suiça. Aborrecida portanto, mas com uma vista também fácil de encontrar por aqui. Simplesmente espectacular! Lago e as montanhas no horizonte com os cumes nevados como se imaginado num sonho.

Escala em Lausagne e parto novamente para Zurich.

Chove a potes e está frio. Já é Abril??

No comboio de Geneva a Zurich é curioso que o mesmo funcionário que verifica os bilhetes, fala comigo em Francês durante uma parte da viagem e no momento em que entramos na parte Alemã muda para alemão. Aposto que no sul do país já me diziam: “Su billeto por favori”!

Ao menos um Suíço que sai do liceu já fala 3 ou 4 línguas.

A estadia em Zurich não podia ter sido melhor. Fiquei em casa de amigos de amigo nos arredores calmos e bonitos e o sol brilhou todo o fim de semana.

Em relação às visitas anteriores o facto de haver sol e ter um bom livro guia, fez toda a diferença.

Visitando a cidade seguindo o roteiro sugerido por um livro popular descobri locais que antes me tinham passado despercebidos. Algumas fotos:

Gostei especialmente do contraste de ter uma noite fria e chuvosa na rua e estar a assistir ao torneio mundial de Volleyball de praia feminino dentro da estação central de Zurich:

Sábado depois do pequeno almoço tardio e curadas as ressacas uma visita a Luzern. Longe dos meus planos acabei por adorar a cidade e a viagem em companhia tão divertida.

Uma primeira surpresa foi logo ao apanhar o comboio perto de casa. Festa local para comemorar, o que parecia ser, a conclusão de um projecto de construção recente. Banda filarmónica local, pipocas e algodão doce, tudo muito familiar com as festas portuguesas, à excepção de que em vez das farturas e churros, havia salsichas com pão e mostarda. GRÁTIS!! A palavra mágica! Sucesso garantido, mas claro que tudo muito civilizado, sem muito barulho, fila organizada, perfeito. “Posso comer duas?”

Gargalhadas! Chegada a Luzern! Uma chuvada capaz de desmoralizar o turista mais experiente. Óptimo! Foi apenas passageiro… aí vem o sol novamente.

Alguém pergunta: “Paramos para comer alguma coisa?”

Alguém responde: “Não! Melhor visitarmos a cidade já e aproveitar enquanto o sol não foge.”

Luzern é uma cidade no este da Suiça rodeada por montanhas nevadas. Com 27.000 habitantes é uma cidade encantadora. Cidade com uma herança arquitectónica especial. A ponte do século XIII coberta, as casas com os portados das janelas coloridos, as pinturas com motivos medievais nas paredes. Linda a forma como o rio serpenteia pela cidade e inteligente a forma como aproveitam a força da água para produzir energia para a cidade. E a água limpa, fria e duma clareza impressionante para a dimensão da cidade que atravessa.

Trepamos os degraus para chegar às torres das antigas muralhas da cidade e tiramos as fotografias da praxe com uma vista de tirar o fôlego:

Para coroar a visita uma passagem a um monumento único de uma simplicidade e beleza incrível.

Um leão foi esculpido numa parede lisa de rocha para simbolizar o sacrifício de milhares de soldados suíços que morreram a defender o rei Luís XXXX verificar história.

O leão é impressionante e o artista conseguiu colocar uma enorme expressão de dor e agonia na escultura do leão trespassado e ferido no dorso por uma lança.

Descobri que apesar da história recente colocar a Suiça como um país neutro e pacifico, a sua aparição no mapa Europa e respectivo fortalecimento dessa posição, foi tudo menos fácil e sem derramamento de sangue.

A Confederação Helvética (CH das matriculas dos carros suíços) foi atacando e conquistando territórios a tribos vizinhas durante os séculos XII e XIII para se expandir até ao tamanho que tem hoje.

Alguém pergunta: “Jantamos aqui? Quanto é a pizza? 22 francos suíços a pizza??”

Alguém contesta: “Vamos comer antes a casa”

E adeus Luzern.

sábado, março 22, 2008

Procissão dos Penitentes no Paul

A Páscoa...


Em Lisboa não se sente grande mudança nesta altura do ano. Os dias estão mais longos, há muitos anúnicos na tv com referência a coelhos e as famílias compram doses exageradas de amêndoas e chocolates em forma de ovos. Mais uma data transformada em armadilha comercial e consumista.

Mas Portugal não é só Lisboa. E as tradições no norte e interior mantêm-se ano a ano.

Numa viagem à terra, o meu pai assistiu à Procissão dos Penitentes no Paul, e fez-me uma descrição tão pormenorizada e emotiva que decidi escrever umas linhas sobre esta tradição talvez pagã... Talvez... porque as versões acerca da origem não coincidem.

No Jornal do Fundão de 13 de Março escreveu-se o seguinte:

A procissão dos penitentes no Paul é uma das mais impressionantes da região. À meia noite, ouvem-se as badaladas do sino da Igreja e as luzes apagam-se em toda a cidade.

Os penitentes surgem então descalços, envoltos em panos brancos e anunciam a sua passagem através da "relha"(corrente com uma bola de ferro na ponta presa ao tornozelo) que um deles arrasta nas pedras da calçada. Outros carregam escadas, outros cruzes.

Esta manifestação pagã poderá representar a flagelação ou uma prece por causa da Peste Negra.

Parece que na idade média haveria muitos leprosos que só se deslocavam à noite quando os habitantes se recolhiam.

A escuridão, o silêncio apenas quebrado pelo ruído das preces e das correntes a arrastar, são de arrepiar até os mais corajosos.

Não é uma manifestação moral e mais do que religiosa, é sim mística e de grande exotismo.

segunda-feira, março 17, 2008

Fim de semana ganhei padrinhos

Que grande surpresa este fim de semana!


Em casa para mais um almoço com a família e tocam à campainha.


Descobri que tenho padrinhos. Quem são? O que fazem? Como nos encontraram passados 20 anos? O porquê da rotura entre eles e os meus pais?


Sobretudo, porquê agora? Porque não antes? E a coincidência eu estar em casa dos meus pais nesse mesmo dia.

Passou-se a tarde a responder a essas e outras perguntas. Ficou o contacto.

Hoje em dia com, blogs, hi5, facebook, linkedin, email, telemóvel, Messenger e outros é muito difícil perder o contacto com quem quer seja. A menos que se queira. Mas nem sempre foi assim.

Jack Johnson, Donavon Frankenreiter and G-Love

3 Exemplos de que a clássica combinação guitarra/voz nunca deixará de existir! Jack Johnson ficou famoso em todo o mundo, Donavon a caminho, G-Love apenas do outro lado do atlântico. Jack tem a melhor voz, Donavon o melhor guitarrista e G-Love o mais "homem espectáculo". Adoro os 3, melhores em separado...

Ups and Downs - Snoop Dog

O melhor dos states... a vida de crime compensa! Não que goste muito do Snoop dog, mas do género, é o que tem a atitude mais honesta. E o refrão é altamente viciante...

sexta-feira, março 14, 2008

Agentes Imobiliários

Senhores vendedores de imóveis. Oh grandes entidades conhecedoras de todos os detalhes bons ou menos bons das casas que visitamos. Com grande à vontade, estão munidos de frases chavão que pensam que convencem todos os potenciais compradores. Estão enganados.

Bratislava

A vocês que vendem casas, evitem frases como as seguintes, como colegas vossos usaram comigo:

- Pode procurar mais, mas não vai encontrar melhor casa do que esta;

- Pode tentar negociar o preço com o proprietário, mas quer o meu conselho, não o faça porque esta casa está a um preço muito justo;

- Se não fosse aquele prédio tinham vista para o mar;

- Esta casa está bem servida de restaurantes (cozinha não equipada);

- Daqui à autoestrada A5 são 5 minutos a pé;

- Não podemos baixar mais o preço do aluguer, porque o senhorio já paga 60€ de condomínio.


E nunca tratem o cliente por “amigo” ou “chefe”...

Com o mercado imobiliário em crise, viva os alugueres!

quarta-feira, março 12, 2008

Mudanças

A demora na actualização deste site nos últimos dias tem um motivo:

Mudança de casa

Finalmente deixei o inferno matinal da A5 e agora demoro 5 minutos de carro para o trabalho. Haja qualidade de vida!

Entre visitas a casas, negociação de contractos, mudança de contractos de luz, água e gás e muitas visitas ao IKEA, ocorreu o seguinte diálogo, óptimo para episódio de novela da tarde:

3 futuros inquilinos acompanham o futuro senhorio a uma última visita da casa antes da celebração do contracto de aluguer.

Ao entrarem na casa esta não está vazia. Está presente a empregada a limpar os destroços de uma obra recente e outra senhora com um porte bastante altivo.

É a ex-mulher do senhorio que veio com o novo marido buscar mobílias que lhe pertencem.

O clima é gélido! À excepção do barulho ritmado da vassoura da empregada a limpar o chão, o silêncio é absoluto.

Senhorio – Já tens tudo?

Ex-mulher – Sim! Tenho tudo.

Silêncio. Futuros inquilinos trocam olhares discretos.

Ex mulher sai com o novo marido e, sem querer, fecha a porta com um estrondo.

BAM!

Silêncio. Futuros inquilinos dão mais uma vistoria às divisões da casa.

Senhorio despede-se da empregada que entretanto terminou as limpezas.

Inquilinos e senhorio juntam-se na suite da casa para discutir pormenores:

Senhorio – Desculpem lá a situação de há pouco.

Inquilino A – Não há problema.

Senhorio – Da mobília da casa vou levar tudo, apenas vos posso deixar esta cama. Algum de vocês precisa de uma cama?

Inquilinos em uníssono – Não.

Senhorio diz cabisbaixo – Sabem o que é… a minha ex-mulher não quer ficar com ela para não se lembrar de mim… a minha nova mulher não quer dormir na cama “da outra”…

Silêncio…

Para quebrar o gelo árctico que fazia dobrei-me sobre a cama, empurrei o colchão com a mão como que a testar a qualidade e a cama chiou imenso.

Eu – O colchão é de quê?

A risada foi geral…


A registar uma outra visita a uma outra casa em que o agente imobiliário não conseguia abrir a porta da casa que se prupunha mostrar. Bizarro que tenhamos de arrombar a ombros, a porta da casa onde potencialmente vamos morar... se fosse possivel filmar determinados momentos da vida...

Passeatas de fim de semana

Num destes fins de semanas passei por territórios já bem conhecidos em que já não se espera descobrir nada de novo.

Fabulosas surpresas que mereceram a redacção deste post. As fotos seguintes merecem ser comentadas:

No castelo de Palmela encontrei este belo animal que, estacionado perto da zona de escavações de vestígios neolíticos do castelo, zurrava a chamar pelos donos que exploravam e subiam às escadarias da torre mais alta.

Da pouca conversa possível eram 2 alminhas que andavam a percorrer Portugal a pé, tendo o burro como transporte apenas de carga. De onde vinham e onde terminavam a sua jornada não consegui apurar, mas… UAU!


Passagem pela emblemática Avenida Luísa Todi de Setúbal que merece um destaque no famoso jogo de tabuleiro Monopólio tirei esta foto.

Que Setúbal, apesar de capital de distrito, é uma cidade que estagnou, tem índices de desemprego assustadores, consumo de droga elevado e outras coisas boas não é novidade para ninguém.

É hoje uma cidade em declínio, presa às velhas glórias de centro piscatório desactualizado pelas políticas de cotas da EU, que quem visita vai para comer o choco frito na Avenida Todi ou para apanhar o barco para Tróia.

A falta de verbas do município é evidente neste cartaz a apelar ao cidadão comum em contribuir com o que conseguir para a recuperação do Fórum Municipal. Em tempos de crise e de “aperto do cinto” como o que vivemos; investir na cultura não é a prioridade nem do poder central, nem do poder local.



Deparei-me também com uma caça ao tesouro na serra da Arrábida, mas imagine-se… de GPS!

Sim! Eu pensava que GPS era apenas para ajudar a chegar de carro mais facilmente ao destino traçado, ou a encontrar uma rua.

Agora também há quem use sites de Internet para lançar caças ao tesouro em que com as coordenadas de GPS, se vá a determinado sitio, se encontre um objecto e se deixe alguma marca nesse objecto a registar a sua presença.

Aos interessados procurem no google por: “geocaching”

Feira de Chocolate em Óbidos

A cada ano que passava dizia:

“Para o ano tenho de ir à feira de chocolate de Óbidos”

Finalmente fui este ano, mas não gostei. O tempo chuvoso não ajudou, mas nem assim escapámos ao caos para estacionar e ao mar de pessoas que invadem Óbidos nesta altura do ano, que tornam as ruas estreitas num mar de varetas de guarda chuva prontas a vazar olhos.



Pergunta:

O que faz tantas pessoas saírem de casa a chover, num fim de semana, fazerem Kms, para ir a uma feira?

Resposta:

“A expectativa de comer chocolate à borla”

Resposta opcional:

“Nada melhor para fazer”

As minhas expectativas em ir comer muito chocolate apenas ao pagar o bilhete de entrada foram por água abaixo. Fonte de chocolate, muitas esculturas em chocolate e açúcar, mas comer alguma coisa só a pagar.

Não evitei o fondue de chocolate branco com morangos e em fazer algumas compras.

Ir pela apenas pela feira não recomendo, mas a vila de Óbidos merece sempre uma visita. Ai que belas ginjinhas em copo de chocolate...

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Reabriu a estação do Rossio




A deterioração da fachada lindissima dos restauradores e do interior obrigou a fechar a estação há já mais de 2 anos. Demorou… que surpresa… mas reabriu. E está bonita!